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Clima no Brasil no verão

 Como ficará o Clima no Brasil no verão 2020/2021? O verão 2020/20121será com influência do fenômeno La Niña como moderada a forte intensidade. 


AMANHECER DA NOTICIAS

Mesmo assim, as precipitações sobre o Brasil não vão sentir os efeitos clássicos do fenômeno La Niña, que é a situação onde as águas do oceano Pacífico Equatorial Central ficam com temperatura abaixo do normal.


Os efeitos clássicos do fenômeno La Niña no Brasil são redução da chuva na Região Sul do Brasil, aumento da chuva na porção ao norte da Região Norte e do Nordeste. No Sudeste e Centro-Oeste, a La Niña também tende a facilitar as convergências de umidade que estimulam a chuva.

Janeiro 2021


O mês de janeiro tem médias climatológicas de chuva bastante elevadas em quase todo o Brasil. Janeiro é considerado um dos meses mais chuvosos em quase todo o país.


Para janeiro de 2021, a previsão é de que a chuva fique acima da média climatológica no Rio Grande do Sul, no sul e leste de Mato Grosso do Sul, em São Paulo, no estado do Rio De Janeiro , no Triângulo Mineiro e no Sul de Minas Gerais. Janeiro de 2020 também deve ter mais chuva do que o normal no Amazonas, no Pará, em Roraima e no Amapá.


Toda a Região Nordeste, o Tocantins, Rondônia, Acre, Mato Grosso, Goiás, a região do Distrito Federal e também Santa Catarina e Paraná devem ter um janeiro com menos chuva do que o normal.


Fevereiro 2021


A chuva de fevereiro de 2021 deve ficar dentro da média climatológica em praticamente toda a Região Sul. O sul gaúcho poderá ter deficiência de chuva neste mês. No sul e leste de Mato Grosso do Sul, São Paulo, o estado do Rio de Janeiro, a região do Triângulo Mineiro e do Sul de Minas Gerais são áreas onde também deve chover mais do que a média normal em fevereiro de 2021. Também pode chover um pouco além do normal no sul de Mato Grosso do Sul. A chuva também fica acima do normal no Amazonas, em Roraima, no oeste do Pará e no Amapá.


Em Rondônia, no oeste e sul de Mato Grosso, no sul de Goiás, em todo o centro-norte e leste de Minas Gerais, incluindo o Pantanal, a chuva de fevereiro deve ficar dentro da média climatológica


Fevereiro terá deficiência de chuva no centro-norte e leste de Mato Grosso, em quase todas as áreas de Goiás, no Distrito Federal, no Pará, no Tocantins e em todo o Nordeste.


A maior deficiência de chuva deve ser sentida na faixa norte do país. Áreas como a região de Macapá e de Belém , Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, onde normalmente fevereiro é um mês de muita chuva, vão ter grande deficiência de chuva em fevereiro de 2021


Março 2021

A chuva de março de 2021 é que deverá surpreender em grande parte do país, pela quantidade volumosa em algumas áreas e pela grande deficiência em outras.


A previsão da Climatempo é de que a chuva de março de 2021 fique muito abaixo da média normal novamente na faixa norte do país. Esta deficiência deve ser notada em áreas como a região de Macapá e de Belém, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.


É importante lembrar que em uma situação normal, março é o pico do período chuvoso em todas estas regiões. Mas para março de 2021, a previsão é de grande deficiência de chuva nestas áreas no extremo norte do Brasil, situação que se repetirá pelo segundo mês consecutivo. As demais áreas do Nordeste também devem terminar o mês com menos chuva do que a média climatológica.


Em março de 2021 também deve chover menos do que a média normal para o mês em Minas Gerais, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro, em Goiás, no Distrito Federal, no centro-sul do Tocantins.


Na região do sul do Amazonas, Acre, Rondônia, em praticamente todo o Mato Grosso, no sul de Goiás, em quase todo o estado de São Paulo, na maioria das áreas do Rio Grande do Sul e no centro-leste de Santa Catarina, a chuva de março de 2021 deve ficar dentro dos valores médios.


No leste do Rio Grande do Sul, no sul e leste de Santa Catarina, no Paraná, no oeste de São Paulo, em Mato Grosso do Sul, no centro-norte do Amazonas, em Roraima e no centro-norte do Amapá, março de 2021 terá mais chuva do que o normal para o mês.


Sobre a Climatempo


Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para os principais segmentos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.


Em 2015, passou a investir ainda mais em tecnologia e inovação com a instalação do LABS Climatempo no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). O LABS atua na pesquisa e no desenvolvimento de soluções para tempo severo, energias renováveis (eólica e solar), hidrologia, comercialização e geração de energia, navegação interior, oceanografia e cidades inteligentes. Principal empresa de consultoria meteorológica do país, em 2019 a Climatempo uniu forças com a norueguesa StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão.


A fusão estratégica dá à Climatempo acesso a novos produtos e sistemas que irão fortalecer ainda mais suas competências e alcance, incluindo soluções focadas nos setores de serviços de energia renovável. O Grupo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.

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