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A Combat Armor Defense, empresa norte-americana de blindagem de carros, chega ao Brasil de olho no Rio de Janeiro, por conta do alto nível de criminalidade

 A companhia, presente em 30 países, desenvolve carros especiais que protegem civis e a polícia de tiros de fuzil


AMANHECER DA NOTICIAS

A Combat Armor Defense, que já blindou carros para vários países do Oriente Médio e desenvolveu uma tecnologia que blinda 100% do veículo, chegou ao Brasil recentemente e está de olho no mercado carioca. Pelas mãos da empresa já passaram mais de cinco mil veículos de 30 países nos últimos 20 anos. A companhia é especializada em blindagem nível III, que resiste a projéteis de fuzil, muito bem-vinda no Rio de Janeiro, lugar em que existe até um aplicativo que avisa onde tem tiroteio. A companhia oferece aos "civis" a oportunidade de terem, pela primeira vez, a blindagem para fuzil. O Rio é a cidade com o maior arsenal de fuzis do País.


A polícia estima que mais de três mil destas armas estejam nas mãos de criminosos na cidade.


O Exército liberou este tipo de blindagem (para fuzil) em setembro de 2019 (somente empresas autorizadas pelo Exército podem fazer este tipo de blindagem, nível III para fuzil).


O mercado tem que se adequar à realidade violenta. Há montadoras de veículos que já estão oferecendo, no Rio de Janeiro, carros com a opção de blindagem para fuzil e nível 3III A, armas de mão.

Polícias - A Combat Armor Defense criou o Patrol, para as polícias. O veículo é resistente a fuzil e tem sete gun ports (aberturas que passam apenas os canos das armas) - um na frente, nas quatro portas e dois no vigia para uma situação de contra-ataque. Toda a tecnologia desenvolvida pela companhia no Brasil foi trazida do Iraque pelo diretor Mauricio Junot. "Toda a tecnologia e treinamento vistos no Iraque podem ser adaptados no Brasil. A prevenção é sempre prioridade", destaca Junot.


Os números oficiais mostram que quem protege precisa realmente de reforço para trabalhar na segurança da população. De acordo com os estudos da Comissão de Mortos e Feridos da Secretaria de Estado da Polícia Militar, dos aproximadamente 90 mil policiais na ativa entre 1994 e 2017, foram mortos 3.397 (3,77%) e 15.236 (16,9%) ficaram feridos, num total de 18.633 (20,7%) baixas no período.


Se for considerada apenas a região metropolitana (Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Baixada Fluminense), que reúne a metade do efetivo (45.000 policiais militares), mas que concentra mais de 95% das ocorrências, as taxas de mortos, feridos e baixas chegam a dobrar, com 7% de mortos, 33% de feridos e 40% de baixas no período.

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