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A Gripe Espanhola foi um surto de H1N1. Foi a mais recente pandemia nas dimensões da que enfrentamos agora.

 Nossa esperança é que o mundo saia dessa pandemia, melhor do que entrou.

AMANHECER DA NOTICIAS

 É claro que o índice de letalidade foi inimaginavelmente superior, até por conta do que se sabia – até aquele momento – sobre a forma de contágio e sobre drogas e intervenções para recuperar os infectados. Tendo início coincidente com o final da 1ª Grande Guerra, a Gripe Espanhola na verdade teve origem nos EUA. Só ganhou este nome porque à época a Espanha era um país neutro na guerra e foi o primeiro a notificar o surto.


A Gripe Espanhola – estima-se – matou entre 20 a 50 milhões de pessoas em todo o mundo. Além de idosos e pacientes com baixa imunidade, quase eliminou populações indígenas inteiras nos Estados Unidos.


No Brasil, a Gripe Espanhola – conforme apontam historiadores – chegou pelos portos de Recife, Salvador e do Rio de Janeiro, quando passageiros de navios como o britânico Demerara, vindo de Lisboa, desembarcaram infectados nessas capitais em setembro de 1918. Neste mesmo mês de setembro, militares que atuaram em Dakar e estavam doentes, desembarcaram – também – na capital pernambucana. A partir daí, outras cidades do Nordeste e até em São Paulo registraram outros casos da doença.


Logo após a última pandemia, os avanços da Ciência – e em particular da Medicina – permitiram que se criassem protocolos de prevenção e controle de infecções na área da saúde. Antes disso, os conhecimentos incipientes não foram capazes de proteger vidas como é possível atualmente. 


Hoje a atuação de profissionais – por exemplo – como o enfermeiro pode ser um divisor de águas no combate à infecção hospitalar. Tanto que em termos de infecção hospitalar, a prevenção e controle pelo profissional de enfermagem é um dos pilares de funcionamento dos CCIH’s – Centros de Controle de Infecção Hospitalar no Brasil. 


Outra área que requer atenção quanto à infecção hospitalar e a gestão de mídia e comunicação na área de saúde, que pode ser responsável por aumentar ou reduzir a velocidade do contágio e, consequentemente, do número de óbitos. Em todas as guerras (e a pandemia é algo equivalente), a batalha da comunicação é uma das que requer extrema atenção.


Nossa esperança é que o mundo saia dessa pandemia, melhor do que entrou. Que passemos a dar mais valor às coisas que realmente importam na vida. Que a natureza passe a receber mais atenção, já que o desequilíbrio de biomas – certamente – é um dos fatores de desencadeamento de surtos que podem resultar em pandemias.


E pensando nisso, a Unieducar desenvolveu cursos que podem ajudar não só os profissionais da área, como também a todos os que desejam fazer parte dessa batalha: 

Vamos nos manter unidos e procurando ajudar o próximo. Vamos atravessar essa fase difícil e nos reinventarmos em seres humanos mais atenciosos ao ambiente que nos cerca.

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