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Tecnologias de descontaminação exigem planejamento para terem eficiência, alerta Ramboll

Descontaminação de ambientes será uma realidade no "novo normal", mas seu uso requer estratégia


AMANHECER DA NOTICIAS

O novo coronavírus parou o mundo e já matou milhares de pessoas. Mesmo com a corrida em busca de uma vacina, o risco de novas enfermidades epidêmicas será uma realidade constante nos próximos meses e anos. Nesse cenário, a tecnologia de descontaminação de ambientes mostra-se decisiva no "novo normal". Contudo, elas precisam ser utilizadas de forma estratégica e planejada para terem eficácia.

"O mundo não pode parar. As pessoas precisam viver, trabalhar e se divertir. Por isso, é necessário criarmos condições para minimizar os riscos de contágios das pessoas em locais onde a aglomeração acaba sendo inevitável, como o metrô, por exemplo", explica Gustavo Mello, diretor de operações da Ramboll, consultoria ambiental e de engenharia. "As tecnologias existentes são muito eficazes, mas se usadas de forma inadequada se tornam completamente ineficientes", explica Mello.

Atualmente, as tecnologias mais efetivas no combate à Covid-19 são a aplicação de produtos sanitizantes (por exemplo, ozônio) em ambientes, feita por equipes de contenção em poucos minutos e os túneis sanitizantes, nos quais as pessoas entram e ficam por até 10-12 segundos e são completamente descontaminadas. Para que essas tecnologias sejam eficientes, é necessário seguir as normas internacionais de respostas a emergências, que possuem protocolos para a descontaminação de ambientes, e um planejamento estratégico amplo.

Por exemplo, para se ter eficiência na descontaminação dos passageiros do metrô, todos os acessos ao interior da estação precisam ter túneis de descontaminação. Ao final do trajeto, os vagões podem passar por nova descontaminação.

Outro exemplo, fundamental na reabertura do comércio, é um planejamento eficiente para descontaminação de ambientes por equipes especializadas, considerando horários de pico e períodos de abertura e fechamento das lojas. Tudo isso reduz os riscos de contaminação.

Estas tecnologias podem ser aplicadas em indústrias, centros comerciais (restaurantes, shoppings), centros urbanos e mesmo em residências e hospitais.

SOBRE A RAMBOLL
A empresa, de origem dinamarquesa, é uma das maiores consultorias ambientais do mundo. Emprega 16.500 pessoas e tem representação forte nos países nórdicos, Reino Unido, América do Norte, União Europeia, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. Está presente em 35 países, dentre eles o Brasil. A companhia atua nos seguintes mercados: edifícios, transporte, água, meio ambiente e saúde, energia e consultoria de gerenciamento.

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