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Mais de 44% dos paulistas estão endividados em meio a pandemia de Covid-19

Especialistas revelam o impacto causado da pandemia no orçamento familiar e dão dicas para diminuir prejuízos


AMANHECER DA NOTICIAS

O mês de março marcou o início da quarentena no Brasil e, com isso, foi registrado um nível recorde de efeitos na economia do país e nas finanças do brasileiro. De acordo com um levantamento realizado pela Mobills , startup de gestão de finanças pessoais, na segunda semana de maio foi registrado um alto número de pessoas endividadas no estado de São Paulo. Cerca de 44,2% dos paulistas declararam que já tinham dívidas em atraso antes da pandemia do novo coronavírus e 9,8% adquiriram dívidas entre março e abril deste ano em decorrência da crise na economia.

Em outro estudo, também realizado pela Mobills, 50,9% dos respondentes que residem no estado de São Paulo afirmaram ter sua renda reduzida ou perdida totalmente em decorrência da pandemia.

O CEO e fundador da startup, Carlos Terceiro, explica que o momento demonstra a importância de cuidar das finanças pessoais, já que o número de inadimplentes deve crescer ainda mais nos próximos meses. Ele indica que a primeira ação para não perder os controle das finanças é fazer uma avaliação completa sobre a vida financeira. "Baseado na renda, é necessário analisar as despesas e gastos para entender quais poderão ser reduzidos. Alguns gastos como saídas para lazer não ocorrerão neste período, porém, os gastos fixos, como água, energia e gás, tendem a aumentar no período. Por isso, é importante balancear as contas para que as finanças não fujam totalmente do controle", diz Carlos.

Com a possível recessão global batendo à porta, milhares de pessoas veem a renegociação de dívidas como uma forma de amenizar os impactos na vida financeira. A QuiteJá , plataforma 100% digital de recuperação de crédito, registrou no estado de São Paulo um aumento de 40% em números de acordos realizados nos últimos meses.

De acordo com o CEO da plataforma, Luiz Henrique Garcia, mesmo vivendo um momento de crise e com o quadro econômico frágil, a época é boa para renegociar dívidas e manter o nome limpo na praça. "Posso afirmar que o momento é sim o ideal para negociar, talvez seja o melhor dos últimos tempos. Com este quadro de forma geral, praticamente, todos os bancos ou redes varejistas estão com excelentes opções e ofertas de desconto, prazos para pagamento e taxas de juros favoráveis. Portanto, se o cliente possui hoje condição de negociação, o ideal é não perder tempo e correr para aproveitar, pois, é uma ótima oportunidade de negociar dívidas", declarou.

A procura pela startup tem um principal motivo, as ofertas de flexibilização para o pagamento, além de facilidades para entrada e prestação a prazo. A startup se aproxima da faixa de 2 milhões de boletos pagos.

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