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Flexibilização da quarentena requer condomínio seguro para evitar contágio do novo coronavírus

Além de permitir acesso via biometria, a portaria remota conta com reconhecimento facial, sem precisar de contato físico com funcionários e moradores


AMANHECER DA NOTICIAS

Elevar a segurança nos condomínios residenciais hoje vai além de controle por câmeras pela central de monitoramento e uso de aplicativos. Com a mudança na rotina e nos hábitos causados pelo avanço da pandemia do novo coronavírus, otimizar a segurança agora conta com medidas de distanciamento e higienize reforçadas. O que demonstra ser cada vez mais claro é que, neste período de mudanças e adaptações, a tecnologia se faz cada vez mais presente em diversos setores, e no imobiliário não seria diferente.

Para se ter uma ideia, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), a portaria remota tem crescido no Brasil cerca de 150% ao ano, fato que contribui para o potencial dessa tecnologia ser cada vez mais utilizada e desenvolvida no país.

Entre a gama de serviços para garantir segurança, os moradores que possuem sistema de portaria remota podem contar com a tecnologia de reconhecimento facial para liberar a entrada ao local, serviço que não precisa de contato físico e próximo com outra pessoa. "O leitor facial reconhece o rosto com até dois metros de distância, então não há necessidade de muita aproximação do objeto logo após a validação do acesso", explica Walter Uvo, especialista em tecnologia da MinhaPortaria.Com.


São inúmeros tipos de serviços prestados que podem ser contratados para elevar a segurança, entre eles equipamentos eletrônicos, alarmes e vigilância. Atualmente, o modelo de portaria mais procurado tem sido a portaria remota, que é totalmente administrada por uma central especializada e devidamente treinada para agir em casos mais sérios. "Além disso, o acesso ao condomínio é muito mais controlado, uma vez que também faz uso da biometria, sistema que reconhece e armazena as informações da pessoa para acesso ao condomínio. Ou seja, ele envia para a central e guarda informações sobre quem entrou e quem saiu, além de quando isso aconteceu", detalha Walter Uvo.

Além de novos hábitos, desde o início da quarentena, com fechamento de estabelecimentos não essenciais, há moradores com dificuldade para lidar com todos os custos, o que tem afetado diretamente a arrecadação nos condomínios. Por isso, há condôminos analisando diversas formas para reduzir custos, questão que a portaria remota proporciona com uma boa margem de economia. Os residenciais que apostam na tecnologia como suporte e auxílio nas tarefas diárias do local saem na frente quando o assunto é promover o bem-estar e ter controle sobre a segurança local.

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