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Projeto Respira Brasil reúne empresários em nome da solidariedade

Meta é arrecadar R$ 42 milhões para hospitais filantrópicos e Santas Casas, que atendem 54% da demanda do SUS em mais de 2.100 localidades espalhadas pelo país


POR AMANHECER DA NOTICIAS

Um grupo de empresários decidiu se organizar e constituir o Projeto Respira Brasil (http://respirabrasil.org/), com a missão de criar uma rede de solidariedade para arrecadar R$ 42 milhões para Santas Casas e hospitais beneficentes espalhados pelo Brasil. O valor angariado será usado para reforçar a compra de insumos básicos para o enfrentamento da pandemia da Covid-19, como máscaras, luvas, álcool em gel, roupas, algodão e outros itens necessários para manter o bom funcionamento dos hospitais.

A iniciativa é liderada pelas empresas Diretrix.On, Mooba, ABMail e Banco Máxima, com o apoio Wiz Saúde, Prime You, Madrona Advogados e BBNK. Além de recursos próprios, os idealizadores da campanha construíram um modelo de crowdfunding, ou financiamento coletivo, que permitirá que qualquer pessoa possa fazer sua contribuição por meio da página do projeto na internet.

O montante arrecadado será distribuído pela Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) e Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) exclusivamente para hospitais beneficentes e Santas Casas de todo o País. As entidades serão responsáveis por administrar e prestar contas dos recursos arrecadados para ações de combate ao novo coronavírus.

Para doar, é simples. Basta acessar www.respirabrasil.org e escolher o valor desejado. O pagamento pode ser feito via boleto bancário ou pelo cartão de crédito. É possível se identificar ou fazer a doação anonimamente e a pessoa ainda pode deixar seu recado para o Brasil. Páginas no Facebook, Instagram e Twitter foram criadas para ajudar a dar visibilidade ao projeto.

"Em vídeo, o Diretor Presidente da Fehosp, Edson Rogatti, se referiu ao Projeto Respira Brasil como uma "boa causa" e reforçou a importância das "maiores empresas brasileiras para arrecadar recursos financeiros para Santas Casas e Hospitais Filantrópicos".

‘Ajudar é a melhor maneira de fazer com que as engrenagens de nosso país possam se mover novamente. O mundo não será mais como antes e as pessoas entenderão que união, empatia e altruísmo são expressões do nosso instinto de sobrevivência em sociedade", completa Yan Maia Tironi, CEO da BBNK.

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