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Hospital São Camilo ilumina suas fachadas de azul para conscientização sobre autismo

Campanha traz informações ao público interno e externo sobre o transtorno que afeta uma em cada 110 pessoas no mundo

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POR AMANHECER DA NOTICIAS

Em apoio à campanha Abril Azul, no mês em que é lembrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo ilumina as fachadas das suas Unidades Pompeia, Santana e Ipiranga. A proposta visa trazer informação e conscientizar as pessoas sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Estima-se que existam 70 milhões de pessoas no mundo com autismo, sendo 2 milhões delas no Brasil. Segundo dados do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), uma em cada 110 pessoas tem TEA, sendo sua maioria do gênero masculino, já que o transtorno é de duas a quatro vezes mais frequente em meninos do que em meninas.

Durante o mês de abril, o Hospital São Camilo divulgará conteúdos em suas redes sociais com informações sobre o TEA, incluindo um material exclusivo onde o neurologista Dr. Edson Issamu Yokoo explica a diferença entre crise e birra.

Em atenção ao atual cenário de pandemia do COVID-19, a Rede utilizará seus canais de comunicação interna também para propagar informação e orientações sobre cuidados especiais e ajudar a pessoa com TEA durante o período de isolamento social.

O que é o TEA?

O autismo é um problema psiquiátrico que afeta a comunicação e capacidade de aprendizado e adaptação da criança.

De acordo com o neurologista, o TEA costuma ser identificado na infância, sobretudo na faixa etária entre 1 ano e meio e 3 anos, embora os sinais iniciais possam surgir já nos primeiros meses de vida.

“Crianças com autismo apresentam desenvolvimento físico normal. O que ocorre é que elas têm grande dificuldade para firmar relações sociais ou afetivas e podem ter sua capacidade de aprendizado afetada”, destaca o médico.

Por não haver exames específicos para detecção do TEA, para realização do diagnóstico, o médico considera o histórico do paciente, os relatos dos pais e a observação de seu comportamento, identificando sinais e sintomas como ausência de contato visual com a mãe, inclusive durante a amamentação; ansiedade e agressividade; movimentos repetitivos de tronco, mãos e cabeça; apatia ou inquietação exacerbada; e pouca vontade para falar ou repetição de palavras que ouve.

Há ocasiões ainda nas quais é possível notar resistência a mudanças na rotina, externada, por exemplo, por uma frequente recusa a provar alimentos ou aceitar um novo brinquedo, e até uma surdez aparente, cogitada já que a criança não atende aos chamados dos adultos ou dos colegas.

Atualmente, o Transtorno do Espectro Autista possui uma classificação única, com diferentes graus de funcionalidade, que determinam propostas variadas em seus tratamentos, em geral multidisciplinares (conduzidos por médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos e pedagogos).

“Apesar de não ter cura, quando as intervenções e acompanhamentos são iniciados precocemente, há boa chance de melhora nos sinais do autismo”, destaca o especialista do Hospital São Camilo.

Dr. Edson Issamu Yokoo relembra que remédios para lidar com o TEA só são prescritos em circunstâncias nas quais o paciente apresente agressividade ou outras doenças paralelas, como depressão.

Rede de Hospitais São Camilo

A Rede de Hospitais São Camilo é composta por três hospitais modernos em São Paulo, que ficam nos bairros da Pompeia, Santana e Ipiranga, capacitados para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, além de realizar transplantes de medula óssea.

Hoje, a Rede presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece aproximadamente 800 leitos e um quadro clínico de mais de 7,4 mil médicos qualificados.

As unidades possuem importantes acreditações internacionais, como a Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor, e a Acreditação Internacional Canadense.

A Rede faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma organização religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis há mais de 400 anos. No Brasil desde 1922, a Rede conta com expertise, tradição em saúde e gestão hospitalar.

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