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29 de setembro - Dia Mundial do Coração

O Infarto Agudo do Miocárdio se caracteriza por uma obstrução arterial súbita do fluxo sanguíneo em determinada área do coração.

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POR AMANHECER DA NOTICIAS

Dessa forma, se não socorrido a tempo, o coração do paciente infartado pode sofrer sérios danos irreversíveis. O principal deles é a necrose do músculo cardíaco, que é a perda muscular definitiva de uma área específica do coração, que resulta em enfraquecimento do órgão e outras sequelas graves.


No geral, o ideal é abrir a artéria entupida por meio do cateterismo cardíaco em até 90 minutos. Se o hospital não possuir serviço de hemodinâmica (setor responsável pelo exame) ou não conseguir transferir o paciente em tempo hábil, deverá submetê-lo a um procedimento chamado trombólise, que dissolve, por meio de medicação, os coágulos que provocam a obstrução do vaso.

Sabe-se que o sucesso do tratamento está diretamente relacionado ao tempo de socorro. Há um benefício maior de tratamento para desobstruir a artéria se realizado em até 12h após o início dos sintomas.
Quando um paciente sente dores no peito, deve dirigir-se imediatamente ao pronto socorro mais próximo e relatar com detalhes os sintomas, sinais, a medicação de uso contínuo, histórico familiar e se usou algum tipo de medicação para disfunção erétil.

Mas afinal, como saber se estou tendo um Infarto?
Se você sentir dores no peito, principalmente ao esforço físico, falta de ar, sudorese, tontura, cansaço, palpitações e ânsia de vômito, procure um serviço de emergência o mais breve possível.

Mas atenção! Nem todos os pacientes sentem os sintomas típicos de um infarto, principalmente as mulheres, diabéticos e idosos. Geralmente, esse grupo de pacientes apresenta sintomas atípicos como: dor de estômago, dor na mandíbula, incômodo no peito ou somente falta de ar e cansaço, sem dor alguma.
O mais importante desta mensagem é que, se você possuir fatores de risco para um infarto, tem histórico familiar importante ou sentir algum destes sintomas descritos acima, procure um serviço de emergência ou seu cardiologista o quanto antes!



Sobre a autora:
Dra. Danielle Salaorni de Resende
Formação em Cardiologia pelo Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da USP - INCOR-FMUSP; especialista em Insuficiência Cardíaca pelo Hospital do Cotoxó - FMUSP; pós graduação em Cardiologia clínica pelo Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo; formação em medicina do estilo de vida pela universidade de Harvard; é membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da equipe de Cardiologia do Hospital Vera Cruz de Campinas.







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