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Para especialista, Pnad Contínua trimestral deve apresentar índices constantes comparado ao primeiro trimestre deste ano

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará, nesta quinta-feira (15), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

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POR AMANHECER DA NOTICIAS

Para o Professor de Cenários Econômicos e Macroeconomia dos cursos de MBA da Faculdade Fipecafi, Silvio Paixão, a Pnad Contínua do segundo trimestre deve apresentar índices relativamente constantes quando comparados ao primeiro trimestre deste ano. "O nível de ocupação deve ficar entre 92,6 milhões da Força de Trabalho, com algo como 13 milhões de pessoas desempregadas, o que representa uma queda estatística de 12,7 para 12,4 de taxa de desocupação, em função das expectativas da finalização da aprovação da reforma da previdência, um melhor entendimento do que pode surgir das propostas para a reforma tributária e da percepção de efetiva melhora do ambiente político-institucional", comenta.

Para o especialista, o número de novos postos de trabalho deve se manter estável, devido à taxa de desocupação, porém, ainda será insuficiente para diminuir o desemprego. Paixão explica, ainda, que o aumento nas contratações não reflete a melhora na economia do país. "O segundo trimestre não permitirá, ainda, inferir que a ligeira recuperação nas contratações possa indicar uma tendência ou mesmo a desejável e aguardada melhora consistente da economia", ressalta.

Sobre o número de desalentados, Paixão comenta que deve se manter abaixo de cinco milhões. "Isso porque está havendo a absorção de mão-de-obra representada pelos novos entrantes e por aqueles que, de alguma forma, estão preservando sua empregabilidade via atualização técnica e diversificação profissional. É importante lembrar que a grande diferença na atividade econômica, que viabilizará a criação continuada e duradoura de novos postos de trabalho e a consequente diminuição do desemprego, será a recuperação progressiva e persistente da renda, que há longa data se apresenta, na média mensal histórica, abaixo do valor equivalente a USD 600", finaliza Paixão.

Sobre a Fipecafi:
A Fipecafi foi fundada em 1974 por professores do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e atua desde então como órgão de apoio institucional ao departamento. Dentre seus principais objetivos estão: a missão de desenvolver e promover a divulgação de conhecimentos da área contábil, financeira e atuarial, organizar cursos, seminários, simpósios e conferências, prestar serviços de assessoria e consultoria e realizar pesquisas, atendendo entidades dos setores público e privado. Mais informações: http://www.fipecafi.org.

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