Header Ads

No Brasil ,os escorpiões estão entre os animais peçonhentos que se beneficiam do calor.

Proliferação de escorpiões preocupa.

© Reprodução


POR AMANHECER DA NOTICIAS

As ocorrências de picadas de escorpião aumentaram em mais de 60% desde 2014, segundo o Ministério da Saúde, passando de 87 mil a quase 142 mil. Já as mortes em decorrência das picadas cresceram 104% entre 2014 e 2017. O que muitos especialistas observam é que o escorpião prolifera mais no calor e na umidade, além de se beneficiar do aumento de baratas que crescem em meio ao excesso de entulho e lixo, males comuns nas zonas urbanas brasileiras.



Senadores cobram ações para mitigar desastres climáticos e prevenir seus efeitos

Por mais que o tema das mudanças climáticas e seus efeitos seja uma pauta global, ações localizadas podem surtir efeitos positivos. Ao se acumularem, elas colaboram para o esforço coletivo mundial de conter os danos potenciais da transformação do clima.

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), membro da Comissão de Meio Ambiente (CMA), reforça a importância do papel do Parlamento em discutir os problemas relacionados à ação humana sobre o clima.

— O ser humano, entre todos os seres vivos do planeta, é o que mais colabora para influenciar o clima e para esses desastres. Se ele é o responsável pelo mal, ele pode ser também o responsável pelo bem: não queimar, não devastar, não poluir. O Congresso Nacional tem que abordar esse assunto, e mais do que isso, encontrar ou criar medidas dentro da lei.

Plínio é o autor de uma proposta de emenda à Constituição que pretende estimular a conservação ambiental a partir dos próprios cidadãos. A PEC  permite que os municípios definam alíquotas diferenciadas para o IPTU de acordo com o aproveitamento e reúso de água, o grau de permeabilização do solo e a utilização de energia renovável nos imóveis. A PEC também determina que o imposto deixe de incidir sobre a área de um imóvel onde haja vegetação nativa.

A proposta do senador se baseia na sua certeza de que o desenvolvimento econômico e a busca do bem-estar pelas sociedades não prejudicam a preservação ambiental. Para ele, esses princípios convivem bem se houver regras claras, justas e razoáveis.

— O problema é botar órgãos aparelhados ideologicamente para fiscalizar, e ter regras importadas de países que não têm as nossas peculiaridades. Se não tiver esse viés ideológico de que é preciso não tocar em nada, nosso povo saberia fazer a preservação e conciliar com o desenvolvimento social e econômico.

 No Brasil senadores discute propostas para adaptar cidades aos efeitos do clima

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.