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Relatório aponta defasagem de funcionários em agência de mineração

ANM em Minas Gerais deveria ter 384 servidores, mas dispõe de apenas 74

© Adriano Machado/Reuters

 POR NOTÍCIAS AO MINUTO



A seccional mineira da Agência Nacional de Mineração (ANM), órgão responsável por regular e fiscalizar o setor, possui um quinto dos funcionários que necessitaria para atender a demanda de trabalho. A informação consta em relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União publicado pelo G1.
Segundo o estudo, feito em 2016, o órgão precisaria de 384 servidores, mas à época dispunha de 79 - hoje são 74.
Na prática, a defasagem de funcionários e o sucateamento da ANM faz com que a agência, além de não conseguir atender a demanda, fique na dependência das informações recebidas pelas empresas para poder trabalhar.
"O fato é que a estrutura dada para a agência é a mesma estrutura precária dada ao DNPM", disse ao G1 o secretário de Fiscalização de Infraestrutura Hídrica, de Comunicações e de Mineração do TCU, Uriel de Almeida Papa. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) é a antiga denominação da ANM.

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