Header Ads

Mídia internacional repercute desastre com barragem em Brumadinho

Veículos de diversas partes do mundo lembraram do desastre de Mariana, em 2015

© Reuters

POR ESTADAO CONTEUDO



A tragédia de Brumadinho, que deixou pelo menos 58 pessoas mortas e 305 pessoas desaparecidas, repercutiu na imprensa internacional ao longo deste domingo. Veículos de diversas partes do mundo lembraram do desastre de Mariana, em 2015, das promessas do presidente Jair Bolsonaro e do debate acerca de processos e supervisão de operações de mineração.

O jornal "New York Times", dos Estados Unidos, tem um vídeo em seu site no qual mostra a barragem antes e depois da tragédia. A reportagem do veículo também ouve residentes da cidade e lembra que, durante a campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro prometeu reduzir regulações ambientais.
Referindo-se à suspensão temporária das buscas pela possibilidade de um novo acidente em outra barragem, o "Wall Street Journal", também norte-americano, escreveu na chamada de sua página principal na internet que "moradores de uma pequena cidade brasileira se recuperam da devastação causada pelo rompimento de uma barragem foram novamente abalados pelos alertas de que uma represa remanescente era perigosa".
A versão em espanhol do jornal El País, da Espanha, diz: "Paralelamente às tarefas de resgate, o debate se intensifica, dentro e fora das instituições, sobre os processos para licenciar operações de mineração e supervisioná-las".
O "Le Monde", da França, abre a reportagem a respeito do desastre com a seguinte frase: "Os brasileiros esfregam os olhos ao descobrir as imagens do desastre de Brumadinho, com a impressão de reviver a tragédia já vivenciada pelo Estado de Minas Gerais em novembro de 2015".
A Associated Press, agência de notícias dos Estados Unidos, noticiou, ao ouvir pessoas que estavam na cidade: "houve raiva crescente na Vale e dúvidas sobre uma aparente falta de um sistema de alarme na sexta-feira". Com informações do Estadão Conteúdo.

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.